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September 2017

Mulheres que intimidam os homens

Posted in Relacionamentos
on September 14, 2017

Esses dias recebi uma mensagem no meu Instagram de um rapaz me elogiando e falando que eu sou uma mulher que intimida e é difícil de decifrar, pela maneira como eu me comporto e também pela minha (suposta) altura de 1,74m. De acordo com ele, mulheres altas não são comuns e que, ao mesmo tempo, eu não consigo esconder simpatia.

Esse termo intimidar me incomoda muito, ainda mais quando é um homem que te fala isso. Afinal, o que é ser uma mulher que intimida? Que não é fácil de decifrar? E como isso pode ser um elogio a alguém?

Acontece que intimidar significa ter poder, ser dona de si, dizer não e se sentir confortável com quem você é. E muitos homens se sentem afobados com isso, sentem aquele medinho de não conseguir acompanhar uma mulher assim.

É porque mulheres precisam ser doces, carentes, fofas e sempre manter a guarda baixa. As que querem decidir o que fazer, as que não aceitam qualquer coisa e impõe seus limites acabam sendo as que intimidam, quando, na realidade, estão apenas fazendo o que é melhor pra elas.

O que me incomoda em ser uma mulher intimidadora é que quem fala isso te coloca em uma posição desagradável, como se fosse sua culpa querer apenas o melhor pra você. É como se a pessoa te falasse que você é foda demais e isso é errado, enquanto ela precisa trabalhar muito pra chegar perto.

E é por causa de comentários assim, dessas definições, que muitas mulheres acabam se rebaixando e abrindo mão de seu poder pra poder manter relações com homens. Têm medo de intimidar pra não ficarem sozinhas.

Mas não faça isso. Mantenha os seus padrões bem altos, diga não quando quiser e seja firme no que deseja. Existem homens bacanas no mundo, e uma hora você vai encontrar alguém que irá amar o seu jeito e torcer por você. Utilize esse poder de intimidar para poder selecionar melhor os homens que você se relaciona.

Quem seguir no Instagram durante a NYFW?

Posted in Estilo, Semanas de Moda
on September 13, 2017

O  mais legal nas semanas de moda é poder acompanhar o dia a dia de quem está trabalhando por lá, mesmo que de longe. É uma das fashion weeks mais divertidas e agitadas, por isso as influenciadoras e celebridades não param um minuto, criando muito conteúdo nas redes sociais.

Durante a NYFW vale acompanhar com força quatro influenciadoras – número bem aleatório, né? -, desde o café da manhã até as after parties das marcas. Elas foram selecionadas por publicarem conteúdo interessante, mostrar com detalhes como é a rotina e os desfiles que frequentaram. Anota aí e corre pro Instagram pra conferir os posts!

Chiara Ferragni @chiaraferragni

É clichê colocar a Chiara nessa lista, mas não dá! A blogueira continua sendo uma das mais famosas e está em todos os desfiles. Além disso, eu gosto dessa vibe “gente como a gente” que ela tem – tirando que ela usa Chanel -, mas ainda assim é bem simples. Também estou um pouco viciada nesse casal, então gosto de acompanhar o dia a dia deles.

Claire Marshall @heyclaire

Eu não posso deixar de citar a minha youtuber favorita. É linda, elegante, moderna e faz os melhores vlogs da NYFW. Se você não conhece, corre lá pro Instagram pra conhecer. Ela é bem real e usa os looks mais copiáveis desse mundão.

Camila Coelho @camilacoelho

Camila faz uma das melhores coberturas de semanas de moda, na minha opinião. Desde o brunch chiquérrimo que ela frequenta até as trocas de roupas no carro indo para um desfile, a blogueira registra tudo – o que é ótimo pra quem está do outro lado esperando atualizações. Sem contar os looks que são uns mais bonitos que os outros.

Aimee Song @songofstyle

Amo? Amo! Aimee também usa looks muito copiáveis, se você souber como unir as peças, e também é outra influenciadora que mostra o dia a dia de uma semana de moda. Gosto de segui-la pra saber de tudo, até mesmo dos mimos que ainda estamos trabalhando pra conseguir.

Bem vinda

Posted in Reflexões
on September 8, 2017

Demorei algum tempo pra poder criar este espaço para todas nós, mas finalmente saiu do papel.

Depois de boas reflexões durante mercúrio retrógrado, eu não poderia simplesmente ignorar esse insight que bateu com TANTA força na minha porta. Constantemente a ideia de voltar a ter um blog me chamava. Eu preciso de um espaço pra publicar os meus textos – que publicava no meu Facebook pessoal (me siga por lá também) – e conversar mais com vocês sobre outros assuntos, que às vezes não ficam tão bem em formato de vídeo.

Ampliar cada vez mais a nossa comunidade, compartilhar mais informações e estarmos mais unidas. O primeiro passo foi o @nadicapassouaqui, um perfil no Instagram totalmente voltado para vocês, para poder estar a par do que acontece na vida das minhas seguidoras e postar as transformações que vocês publicam no #CurtinhasDaNadica (aliás, repare que vocês estão aqui ao lado! >>)

Agora nós temos o perfil @nadicadenadia_, onde eu vou postar frases, notícias de moda e beleza, e os posts de autoconhecimento.

Eu precisava fazer mais, por isso a criação de mais um espaço pra gente.

Sejam bem vindas(os)!

Você tem responsabilidade afetiva?

Posted in Relacionamentos
on September 8, 2017

Repitam comigo:
“Terei responsabilidade afetiva com as outras pessoas”

Tá aí uma coisa que tem gente que não tem noção do que é, mas eu explico: responsabilidade afetiva é quando você respeita os sentimentos de uma pessoa e não alimenta nada se não sente o mesmo. Não ilude, não mente, não atiça se sabe que não vai dar em nada.

Mas eu escuto muito das minhas amigas e já passei por isso também. Sabe aquele cara que te fala coisas lindas e você se apaixona, aí depois fala que não quer nada, mas continua rondando a área que nem um urubu? Manda uma mensagem, dá um amei na sua foto, se finge de desentendido? Então, além de ser um sem noção também tem zero responsabilidade afetiva.

É egoísmo pra alimentar o ego, pra suprir a carência. É querer manter a pessoa na situação porque não quer perder a atenção.

Eu tomo o maior cuidado pra não alimentar nada em outra pessoa. Deixo claro desde o início o que eu quero e se eu vejo que não estô na mesma, eu não insisto, não demonstro o que eu não sinto.

Então, repitam comigo:
“Terei responsabilidade afetiva com as outras pessoas”